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Eu acredito, sim, nos Mestres do Imaginário. O mestrado da imaginação é essencial à vida, ao menos àquela vida que se quer vivida em sua quintessencialidade. E eu creio que a quintessencialidade da vida se chama imaginação. Porque o que é imaginado deve ser percebido, de certo modo que eu não sei como explicar. É certo que o dado sensível, — seja ele a luz, seja o som, seja mesmo as doçuras e as amarguras —,  consiste em matéria da percepção. Mas... e a imagem? E o imaginado? Não é ele também um real? Não é construído a partir do que já foi percebido, e não é por isso percebido também? Eu não sei. Mas eu penso. Eu imagino, e minha imaginação é toda penetrada de razões. E essas elucubrações todas, enfim, fazem parte das ricas inutilidades nas quais vale pena investir o meu precioso tempo: minhas próprias banalidades. Essenciais.


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