segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pós-Guenonismo

"Todos os eventos mundiais ao nosso redor (a queda do rublo, conflitos militares, quedas de governos, novas descobertas arqueológicas) são parte de um conflito entre dois campos opostos. Um polo é um minúsculo campo de pós-guenonistas, quase inexistente, como um único grão em um deserto, o outro é um gigante do campo liberal da linguagem da pós-modernidade, que reivindica a dominação global. O pequeno campo do pós-guenonismo é, porém, herdeiro de um imenso domínio ontológico que está concentrado na linguagem da Tradição. Nele há uma incrível riqueza de significados. E estes significados estão vivos, eles se movem, tal como continentes ascendem e decaem. Essa é a vida real, que pode ser qualquer coisa, boa, má, bem sucedida, desastrosa, mas isso é vida. As tradições diferem: sinistras, benévolas, às vezes em conflito. Mas isso não é tão importante, porque somente nelas, no mundo da linguagem da Tradição, no mundo do tradicionalismo concentra-se hoje um enorme poder existencial real, que contrasta sua riqueza interior e pobreza exterior com o padrão oposto da paz liberal baseada na limpa e polida linguagem da modernidade, onde propagandas cintilantes abundantes acobertam um vácuo semântico sufocante."

Aleksandr Dugin

domingo, 11 de dezembro de 2016

domingo, 25 de setembro de 2016

Le droit à la paresse

"Et cependant, le prolétariat, la grande classe qui embrasse tous les producteurs
des nations civilisées, la classe qui, en s'émancipant, émancipera
l'humanité du travail servile et fera de l'animal humain un être libre, le
prolétariat trahissant ses instincts, méconnaissant sa mission historique s'est
laissé pervertir par le dogme du travail. Rude et terrible a été son châtiment.
Toutes les misères individuelles et sociales sont nées de sa passion pour le
travail."
Paul Lafargue (1842-1911)

sábado, 13 de agosto de 2016

Olhando assim

Bom, sendo um anjo da guarda, com um olhar desses, imagino que o protegido até desista de pecar. É. Ele deve ser bastante competente. Eu, hein?